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Vereador defende combate à violência sexual contra menores no Maio Laranja

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Na sessão ordinária da Câmara Municipal realizada na última segunda-feira, 18/5, o vereador Elias Custódio (PSD) ocupou a tribuna para destacar a importância do município avançar em ações que promovam a conscientização, prevenção e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Autor da Lei 5965/25 que instituiu o programa Maio Laranja, o parlamentar assinala que a sua iniciativa está alinhada ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, mobilização que completou 26 anos no último dia 18.

“Esta data representa uma conquista histórica na defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes em todo o território brasileiro”, comentou Elias. “É uma luta que já alcançou inúmeros municípios do país, inclusive o nosso. E precisa continuar avançando”, acrescentou.

A violência contra crianças e adolescentes, alertou o parlamentar, é uma das formas mais cruéis de violação da dignidade humana. “Toda prática criminosa é reprovável, mas quando atinge nossos pequenos inocentes, indefesos e vulneráveis ela se torna ainda mais revoltante e inadmissível”, alertou.

Para Elias Custódio, essa luta obrigatoriamente deve ser de todos, a partir dos poderes legalmente constituídos. “Eu conclamo o Poder Público Municipal, as famílias, as instituições e toda a sociedade rio-clarense a se juntarem neste esforço para o fortalecimento desta campanha permanente de conscientização e combate a essa violência em nosso município”, frisou. “Hoje não é apenas uma data simbólica. É um momento de reafirmarmos um compromisso moral com aquilo que temos de mais precioso: nossas crianças e nossos adolescentes”, completou.

No encerramento da sua fala, Eliás Custódio agradeceu a todos que apoiaram a iniciativa em Rio Claro. Citou os vereadores que aprovaram essa lei, os profissionais da educação, da saúde, da assistência social, da segurança pública, da Secretaria de Comunicação e aos conselheiros tutelares que diariamente enfrentam essa dura realidade com coragem, dedicação e amor ao próximo.

“Mas também deixo um alerta: ainda há muito a ser feito. Nenhuma criança pode crescer com medo. Nenhum adolescente pode ser tratado como objeto. E nenhuma sociedade pode se considerar verdadeiramente justa enquanto suas crianças estiverem vulneráveis à violência”, finalizou.